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Ideias

Metaética

13 posições sobre o estatuto da moral: fatos morais existem? São descobertos, construídos ou expressos? Como os conhecemos?

Como ler: a metaética não diz o que fazer; pergunta o que estamos fazendo quando dizemos que algo é certo. Dois realistas podem ser um utilitarista e um kantiano, e até o cético tem uma tendência prática. Comece pela lição o que é metaética.

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Metaética o que é, afinal, um juízo moral

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Metaética o que é, afinal, um juízo moral

Metaética

Realismo moral naturalista

Fatos morais existem e são fatos naturais, redutíveis a bem-estar, florescimento ou cooperação.

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Realismo moral não naturalista

Fatos morais existem, mas são de um tipo próprio, irredutível, como os fatos matemáticos.

Metaética

Construtivismo moral

Fatos morais são o que agentes racionais decidiriam em condições ideais: nem descobertos nem inventados, construídos.

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Relativismo metaético

Juízos morais são verdadeiros ou falsos só dentro de um referencial cultural ou pessoal.

Metaética

Teoria do erro

A linguagem moral tenta descrever fatos objetivos que não existem; todo juízo moral é falso.

Metaética

Emotivismo

Juízos morais expressam emoções e tentam influenciar os outros; não são verdadeiros nem falsos.

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Prescritivismo universal

Juízos morais são comandos disfarçados, com uma marca: devem valer para todos em situação igual.

Metaética

Quase-realismo (expressivismo)

Expressamos atitudes, mas temos direito a falar como realistas: a escravidão “era errada mesmo quando todos a aprovavam”.

Metaética

Quietismo metaético

A pergunta “fatos morais são independentes da mente?” está mal colocada. Aceite a prática moral como funciona, sem fundamentos de fora.

Metaética

Intuicionismo moral

Conhecemos verdades morais básicas por intuição racional, como axiomas: ao entender bem “sofrimento gratuito é mau”, vemos que é verdadeiro.

Metaética

Objetivismo moral (universalismo)

Há verdades morais que valem para todos, independentemente de cultura ou opinião. Não confundir com o “objetivismo” de Ayn Rand.

Metaética

Ficcionalismo moral

Se não há fatos morais, mantenha a moral como ficção útil: fale e aja como se houvesse, sabendo que não há.

Metaética

Sentimentalismo moral

Hume e Adam Smith: os juízos morais nascem do sentimento, sobretudo da simpatia, corrigido pelo ponto de vista de um espectador imparcial. A razão informa; o sentimento aprova.