Ética
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Teorias éticas

Igualitarismo

O que importa é o grau de igualdade na distribuição do bem-estar.

Consequencialismo
Ponto focal: A igualdade entre as pessoas. Isso é o que pesa mais para esta posição, não a única coisa que ela considera.

A ideia central

Desigualdade é ruim em si, não só pelos seus efeitos. Um mundo mais igual é, nesse aspecto, melhor, mesmo com a mesma soma de bem-estar. A maioria dos igualitaristas combina a igualdade com outros valores, como o bem-estar total.

Referências

Larry Temkin, Thomas Nagel, G. A. Cohen, Elizabeth Anderson (igualitarismo relacional).

De onde veio

Tem raízes antigas, mas a formulação como teoria distributiva é do século XX. O debate “igualdade de quê?” (renda, bem-estar, oportunidades, recursos, capacidades) ocupa a filosofia política desde os anos 1980.

No dilema do bonde

Não decide por si: morrer é igualmente ruim para cada vítima. Precisa de outro critério. Entenda o dilema.

Pontos fortes: o que pode estar certo

  • Capta a intuição de que a sorte de nascimento não deveria decidir a vida.
  • Explica por que a desigualdade extrema incomoda mesmo quando todos têm o suficiente.
  • Base de boa parte da luta por direitos civis.

Objeções

  • Nivelamento por baixo: igualar piorando todos seria “melhor” em um aspecto.
  • Igualdade de quê? Cada resposta tem problemas.
  • Pode ignorar o que as pessoas fazem com o que têm.

O que dizem os críticos

Prioritaristas dizem que o que incomoda na desigualdade é a situação de quem está pior, não a diferença em si. Libertários dizem que forçar a igualdade viola a liberdade. Suficientistas, que o problema é a falta, não a diferença.

Filósofos ligados

John Rawls

Lições: Somar, priorizar ou garantir o mínimo?, A ética por trás de cada sistema econômico.

Nos dilemas: O barco salva-vidas.